quarta-feira, 30 de março de 2011

Angola : Luanda : 26 Anos. E ainda tem mais!

Prometo que agora são as duas últimas comemorações! Tive que tirar fôlego não sei da onde para conseguir aguentar o pique!

Estava tudo muito bom para ser verdade, mas a comemoração oficial, que foi até anunciada aqui no blog, foi a que no final das contas me decepcionou.

Falavam muito bem dessa famosa “última sexta-feira de cada mês no Chill Out”. Cheguei lá era pouco depois da meia-noite e já me decepcionei. Só gente feia e música ruim. A grande maioria dos meus amigos me deu um bolo, literalmente! Não posso nem reclamar, já que foram estes mesmos amigos que prepararam as surpresas que já contei aqui! Além das pessoas feias e da música ruim, o lugar foi ficando totalmente lotado. Em uma das idas ao bar para pegar bebida, fui praticamente soterrado por um grupo de brutamontes que estavam entrando na boite.  Eu já estava bem cansado mesmo e satisfeito com todas os bons momentos. E afinal, já que já era dia 26 e meu aniversário tinha acabado, para não me stressar, resolvi ir embora. Na saída ainda tive mais problema, mas prefiro nem falar nada. Só deu tempo de tirar duas fotinhos para “registrar”.

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Mas e você pensa que acabou? O melhor ainda estaria por vir!

Realmente a Sunset, a festa nesta mesma boite que acontece nos últimos domingos de cada mês, é de arrepiar! A praia, o pôr do sol, o clima, as pessoas, a música… são sem comparação! (Por favor, não queiram comparar com a Sunset original do Café del Mar de Ibiza. Seria golpe baixo!)

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Sem falar na chuva…

Pera aí, chuva? É, na pista de dança rola uma aguinha que sai de um encanamento para esfriar a galera! Que mané vapor, aquilo é mesmo chuva!

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Durante a festa teve gente que bebeu demais, deu PT, entrou em coma alcoólico, chorou e brigou, mas vou poupar vocês destes detalhes sórdidos! Será que algum destes “micos” fui eu que paguei? Acho que não, ainda não sofro de amnésia alcoólica.

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Depois de ter lavado bem a alma, literalmente, estou pronto para meu próximo aniversário. Onde será que estarei em Março do ano que vem? De volta ao Brasil? Ainda em Angola? Ou que algum outro canto deste mundão? Façam suas apostas!

terça-feira, 29 de março de 2011

Angola : Luanda : 26 Anos. E dá-lhe comemoração!

É, indiscutivelmente não posso reclamar deste meu aniversário.

Combinei com a galera do meu trabalho de almoçar na Ilha. Fomos para um restaurante que eu gosto muito: Cais de 4. Eu poderia fazer um trocadilho agora do tipo: tu Cais de 4 pra mim? Mas vou respeitar a minha mãe que certamente estará lendo isso. Mãe, você ta aí? Eco.

A vista do restaurante é magnífica. De lá se vê o coração econômico de Luanda com seu rico contraste entre o velho, acabado e destruído pela guerra, e o novo, impulsionado pelo ouro negro.

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Meu convidado de honra: João Gabriel.

Já que era meu aniversário, vamos enfiar o pé na jaca. Pedi logo um T-bone!

Foi meu prato chegar na mesa que meu telefone tocou. 005521… OPA! Ligação do Brasil!

É muito bom saber que mesmo a mais de 6.000 km de distância existem amigos que resolvem te ligar para dar Parabéns! E nessas horas é ótimo estar distante, pois ninguém se atreve a fazer aquela brincadeirinha de perguntar: sabe quem tá falando??? Vão direto ao assunto, pois DDI pra Angola é bem caro: Parabéns, muitas felicidades, saúde, sucesso… e cruuuuuuuuza a linha de chegada! Alguém entendeu que isso é uma piadinha relacionada a narração das corridas de cavalo? Ok, vou tentar melhorar na próxima piadinha.

Como prometido, vou agradecer a felizarda que me ligou no momento do almoço: Moniquinha,  valeu pela lembrança! E para as outras meninas da faculdade que me ligaram: desculpem-me, mas ela deu sorte!

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Depois de desligar, fui tentar almoçar. A comida já estava fria e a carne nem estava tão boa. Tudo bem, tudo bem, tô precisando de uma dieta mesmo. Até que…

Tcharammm!!! Mais um bolo de aniversário surpresa!!!!!

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Apesar do calor desgraçado (ô lugarzinho para não correr vento!), foi bem legal saber que todos estavam ali porque gostam de mim. Como eu tenho essa certeza? Cada um pagou a sua. Quer melhor prova de amizade?

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Voltei pro “trabalho” (tenho que confessar que não fiz nada o dia inteiro!) e até que, mais pro final da tarde…

Tcharammmm!! O terceiro bolo de aniversário surpresa! Caraca, eu acho que eu sou querido por aqui (ou sou muito ingênuo e não entendi ainda o porque destas homenagens!).

Dessa vez quem organizou foram as meninas do meu trabalho! Uma das meninas que comprou o bolo disse que não sabia quantos anos eu fazia e arriscou. Perguntei, já com cara de tristeza, quantos anos ela achava que eu estava fazendo. Ela respondeu:

-26?

Nossa, pela primeira vez alguém acha que eu tenho realmente a idade que eu tenho. Normalmente me dão sempre uns 3 ou 4 anos a mais! E eu sempre digo: é porque tenho cara de responsável, de mais velho… só eu acredito nisso!

Então fomos cantar o Parabéns e fui acender as velas! Mas pera aí? Cadê o pavio da vela 6? Que estranho, parece que a vela está… AO CONTRÁRIO! Descobri que a vela era um 9 e que enfiaram o pavio pra dentro do bolo! Ela jurou que pediu um 6 e que a menina da padaria que confundiu e embrulhou um 9! Prefiro acreditar… (bobinho esse menino!)

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Na hora de apagar as velas, uma das meninas diz: Beija o bolo, Rodrigo! Na inocência,  achando que isso aqui era um costume em Angola, resolvi beijar o bolo. Ou eu sou muito idiota, ou eu sou muito idiota. É claro e bastante previsível que ela afundou minha cabeça no bolo. Eis o resultado:

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Mas eu dei o troco!

Bom, essas foram as comemorações diurnas do meu aniversário. Próximo post vamos falar das comemorações noturnas! (eu sei que vocês não me aguentam mais falar de aniversário, mas já tá acabando!)

Ah, depois do “trabalho”, aquela galera mulembenta ainda tirou casquinha dos meus bolos!

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Eu falo que pobre é f&%$#!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Angola : Luanda : 26 Anos. E a comemoração continua!

O que seria um jantar entre amigos na verdade era uma festa SURPRESA!

A odisséia começou para conseguir chegar na casa da Angélica, minha parcerona aqui em Angola. Eu ainda estou sem carro e tive que ir de táxi. Achar um táxi em Angola é mais difícil que achar agulha em palheiro. Mas ontem foi demais! O mais engraçado foi ouvir da atendente da Central:

-Sr, não posso te conseguir um táxi porque as teclas do meu telefone fixo estão quebradas e estou sem saldo no telemóvel. Como vou falar com os motoristas??

Seria cômico se não fosse trágico. Depois de 1 hora finalmente consegui.

Cheguei no apartamento e quando abriram a porta: Tcharammmmm!

Luzes apagadas, bolo na mão e uma galerona cantando parabéns pra você mim! Até o povo mulambento foi! Isso sim é prova de amizade!

Rolou cachorro-quente, com direito a batata palha e purê! Não sou paulista mas tenho que admitir que é bom! Depois cantamos Parabéns e descobrimos que o bolo estava um tanto quanto seco. Aquela música “Bolo e Guaraná, muitos doces pra você…” viro bolo COM guaraná! E pior que depois que coloquei guaraná o bolo “amaciou” e ficou gostosão!

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Até que, do nada…

Um amigo da Angélica chega com 2 barris de Chopp e uma serpentina! CA CE TE!

“Batucada boa, cerveja gelada e mulher bonita, quem é que não gosta?” HR!

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A sala virou pista de dança! A “festinha” virou choppada! Pena da moça que limpa a casa.

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No final das contas sai de lá quase 3 da manhã, bastante “alto”. E aqui estou eu, hoje, no meu aniversário, de ressaca pela comemoração do dia anterior.

Angélica, HC e todos os que ajudaram, VALEU!

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Angola : Luanda : 26 Anos. E a comemoração começou bem…

CA CE TE. Meu aniversário de 26 anos começou… e bem!

Já na véspera tive 2 comemorações. A primeira eu confesso que foi "armada por mim”.

É o seguinte: todo dia eu e a galera do meu trabalho almoçamos em um restaurante, onde fizemos amizade com o gerente! Eu já sabia que hoje, no dia mesmo do meu aniversário, não iríamos almoçar lá, já que combinamos de ir na Ilha de Luanda. Então eu “menti” dizendo que meu aniversário era ontem mesmo. E eu consegui o que eu queria: ganhei um espumante de “borla”.

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Objetivo alcançado! Meu Pai, me perdoa por essa mentirinha boba?

Além de ser amigo do gerente, somos amigos dos garçons, em especial o Manuel. Gente boníssima! A gente sempre se diverte com a descrição dos pratos que ele faz, mas isso é assunto para outro post! Hoje o assunto sou EU!

Tiramos uma foto.

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Depois ele pediu para ver e fez um comentário. Escuta: Lê:

-Mas chefe Rodrigo, eu sai muito escuro.

Desculpa galera, não sou preconceituoso e confesso que tenho um “pezinho” lá, mas tive que falar:

-Mas você queria sair claro?

E a segunda comemoração estaria por vir e nessa eu fui pego de surpresa! E que grata surpresa! Mas mais tarde eu falo sobre ela porque afinal HOJE É MEU ANIVERSÁRIO e não posso perder tempo em frente ao computador!

Até.

terça-feira, 22 de março de 2011

Angola : Luanda : Inferno Astral Pré 26 anos!

Inferno astral existe?

SIM!

Sem água, sem luz, com dor de barriga, com princípio (de novo!) de sinusite, ainda sem carro e sem dinheiro (final do mês! rs)!!!!

Espero que o inferno astral termine logo e que eu possa comemorar meus 26 anos na sexta-feira, no Chill Out, com TUDO!

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Eu acabei dando sorte, pois a última sexta-feira do mês é uma festa bem legal nessa boite! É uma festa chamada FROM ANGOLA with LOVE. Rola muita música brasileira e um pouco de hip-hop, house e ainda kizomba e kuduro! Os Dj’s são conhecidos de umas amigas minhas, ou seja, VAI ROLAR ATÉ FUNK!

 

Sem falar que domingo, também o último domingo do mês, rola a festa SUNSET, que é muuuuito boa! Já tô lá!

Acho que esse ano, ao contrário do ano passado, comemoração é que não vai faltar!

Pros amigos daqui, espero vocês lá!

Pros amigos de lá, fiquem tranquilos pois vocês estão aqui no meu coração!

 

“O CHILL OUT é música, é festa, é trendy, é cool. O CHILL OUT é estar com os amigos, é fazer novos amigos, é para namorar, é para seduzir ou simplesmente para sonhar. O CHILL OUT é para viver, é para dançar, é para amar, é para sorrir, é para gritar. Este ano o CHILL OUT é para te apaixonar. Apaixona-te pela noite, apaixona-te pela vida.

ONE LIFE. CHILL IT OUT.”

domingo, 13 de março de 2011

Angola : Luanda : O dia em que eu andei de candonga!

Depois do sufoco que eu passei, acordei 9 e meia da manhã pra “correr atrás” do conserto do carro. Liguei para o motorista da empresa e ele veio até a minha casa para pegar a chave e ir até ele. Fiquei com “pena” dele ir sozinho e me achei na obrigação de acompanhá-lo. Até ai, nada demais. Mas o problema: ele não tem carro! Ele iria de candonga!

Como eu já falei logo quando eu cheguei aqui, a candonga é o transporte público mais importante em Angola. Na verdade os angolanos chamam de táxi. Muitos nem sabem que entre os brasileiros esse transporte é conhecido como candonga E por incrível que pareça nem o Google e nem a wikipedia sabem! Se algum conhecedor da origem do termo pintar por aqui, nos informe, ok? Mas enfim, de onde vem a associação não importa, o que importa é que depois de quase 1 ano em Angola eu iria finalmente estreiar na candonga!

Confesso que me preparei psicologicamente para esse momento. Se vocês estão se perguntando o porquê dessa ênfase toda, dá uma olhada na foto abaixo para vocês verem mais ou menos o que é!

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Agora tenha uma certeza: tem mais gente dentro dessas candongas do que você imagina! Se bobear, nessas fotos, tem mais gente dentro delas do que fora! Sacou o lance?

Fomos pro “ponto” esperar uma das que fazem o trecho que nós precisávamos. Simplesmente meu motorista escolheu a dedo a candonga. A MAIS CHEIA. É como diz o outro, andar de candonga vazia é que nem ir no puteiro e pedir um abraço! Não tem graça!

Tinha um lugar no fusuê do banco de trás e 1/4 de um lugar no banco da frente, que é a área VIP. Meu motorista me fez a gentileza de ceder o lugar na frente. A gorda (não é preconceito, é FATO!) que estava ocupando 75% da área útil do meu banco não se deu nem ao trabalho de fingir que chegou um pouco pro lado. Eu tive que me zipar (neologismo!) pra caber ali! Fui com praticamente metade do corpo pra fora do carro.

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Cara, é mais ou menos como no Brasil: imagina você numa kombi lotada (ou perua, em Sp), saindo da Central do Brasil, indo pra Queimados, bem na hora do rush? Todo mundo suando, fedendo, gritando. Tem gente levando panela, cabrito, cadeira. Qualquer coisa!

Bom, o percurso era curto, em uns 10 minutos já tínhamos descido.

O carro continuava sem pegar e tivemos então que improvisar um reboque para levar até a oficina mais próxima. E agora aqui estou eu, sem carro, sem poder sair de casa, mas com mais uma experiência pra contar! Andar de candonga sem dúvidas foi uma experiência cultural, sociológica e antropológica!

sábado, 12 de março de 2011

Angola : Luanda : Um cone em minha vida!

Depois de um carnaval um tanto quanto frustrante (falarei dele brevemente, quando eu estiver curado de minha depressão!), resolvi dar uma “agitada” na noite de sexta-feira!

A Missão: Chill Out, uma das boites que mais bombam aqui em Angola!

Quando: Sexta-feira à noite!

Quem: Eu, Angélica e Nayara!

Marcamos na casa da Angélica e de lá partimos! Saímos do condomínio e, ao invés de virar a direita, virei a esquerda! No fundo no fundo eu ia chegar no mesmo lugar, mas como estou na minha fase de sorte…

-Encosta!

Putz! Meia-noite, e um bando de fdps policiais no meio de uma curva esperando o próximo otário para levantar uma graninha! E o otário da vez seria eu! É, “seria” do verbo PODERIA ser, mas não foi! Cansei de ter que molhar a mão dos policiais para ser liberado. Não adianta, você pode estar com os documentos totalmente regularizados,  mas eles vão inventar alguma coisa para te extorquir. Detalhe: não eram policiais de trânsito! Eram uns policiais parecidos com os do BOPE no Rio. Farda preta e metralhadora na mão! Enquanto conversávamos com eles, tentávamos esconder com a perna as cervejas que estávamos tomando. É óbvio que eles não achariam que 3 jovens à meia noite estariam voltando da igreja, mas era melhor fazer a linha “somos jovens politicamente corretos e não consumimos bebida alcóolica enquanto dirigimos”.

Depois de uns 10 minutos de bla-bla-bla, eles acabaram liberando a gente! Sem Gasosa! Ufa.

É, tava na cara que era melhor voltarmos pra casa e desistir da noitada. Só burros não enxergariam um sinal desses. Mas dessa vez preferimos fazer a linha “Kátia Cega” e seguir em frente!

Chegamos na boite e até então nada de diferente: gente feia, cerveja meio-gelada e um calor infernal. Ontem eu resolvi fazer uma degustação de bebidas: cerveja, vodka preta e… TEQUILA. Putz, maldita foi a hora em que a Nayara inventou essa. Pedimos 3 doses e…

Arriba, abajo, al centro, a dentro!

Mal a cachaça (porque aquilo não era tequila nem aqui, muito menos no México!) desceu pela garganta, a ânsia de vômito subiu. Eu estava perto do banheiro, foi o tempo de eu correr e colocar tudo o que eu tinha bebido pra fora. Juro que não vomitei de bebedeira. Não tinha bebido pra isso. Mas realmente aquele álcool de pior qualidade me fez mal. Fiquei totalmente sóbrio. Droga.

184671_1923967983782_1379601731_32164219_4343806_nNay, eu e Angel!

Música vai, música vem, começa uma sessão de “axé”. Abriu um clarão na pista e nós 3, como se tivéssemos em cima do trio da Ivete em Salvador, começamos a pular que nem uns malucos. E novamente "Rebolation” virou hino nacional!

Decidimos ir embora. Já tínhamos nos divertido bastante.

Eu e Angélica fomos no meu carro e a Nayara no carro de um amigo dela que estava sozinho por lá. E ai que começa a melhor (ou pior!) parte da noite!

Luanda é um eterno canteiro de obras e o que mais se vê pelas ruas são cones. Eu e Angélica, quase que em uníssono, gritamos:

-Vamos roubar um cone?

Mal terminei a frase, abaixei o vidro do meu carro, dei uma olhada ao redor para ver se não tinham policiais a minha espreita e agarrei um cone! Eu e Angélica riamos de doer a mandíbula.

Ah, po. Quem nunca roubou um cone? Mal sabíamos que esse cone salvaria a minha vida!

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Enfim, deixei a Angélica em casa e fui em direção à minha, com o cone no banco do carona!

No meio do caminho, bem numa curva, meu carro simplesmente MORRE. Sim, sem nenhum motivo aparente. Não foi gasolina, não foi super aquecimento e a princípio não tinha porque ser bateria, já que o carro estava normal até então.

Tentei fazer o carro pegar no tranco, já que eu estava numa ladeirinha. Nada.

Eu simplesmente estava numa das poucas vias pavimentadas decentemente aqui em Luanda. E o que isso tem a ver com a história? Simples, lá os carros andam a toda velocidade!!! Os carros passavam tirando fino do meu! E então, tive a brilhante ideia: vou colocar o cone na rua para sinalizar meu carro parado. Pronto!

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Esperei uns minutinhos para ver se o carro pegava. Nada.

Por sorte a Nayara e o amigo dela estavam por perto e foram me socorrer. Eu já estava me preparando para ir andando pra casa, no meio daquela escuridão toda e com o c* na mão! Fiquei lá sozinho uns 10 minutos no máximo, mas pareceu uma eternidade. Cada cara estranho que passava eu rezava pra todos os Santos!

Mas enfim meu socorro chegou, conseguimos empurrar o carro para “estacionar” e depois consegui finalmente chegar em casa!

Mas o pior ainda estaria por vir: o dia seguinte!

Será que digoabordo andaria de candonga pela primeira vez em um ano de Angola?

Não perca!

[Continua]

Digo a Bordo!

"Ao retornar de uma viagem, não sei se o mundo diminuiu ou eu é que cresci."

Quer sugerir um destino? Tirar Dúvidas? Ou somente elogiar mesmo?
Escreva para rodrigofranco@digoabordo.com
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